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| Neymar - o nome do jogo - comemorando o seu gol (Foto: Pedro Martins- Mowa Press) |
RESUMO
Primeiro tempo
5 minutos: Gabriel Jesus recebe bom passe de Renato Augusto, mas finaliza mal.
10 minutos: Neymar aperta a marcação, rouba a bola no campo de ataque e passa para G. Jesus, que devolve para Neymar empurrar para as redes e abrir o placar. 1 a 0, Brasil.
5 minutos: Gabriel Jesus recebe bom passe de Renato Augusto, mas finaliza mal.
10 minutos: Neymar aperta a marcação, rouba a bola no campo de ataque e passa para G. Jesus, que devolve para Neymar empurrar para as redes e abrir o placar. 1 a 0, Brasil.
12 minutos: Neymar cruza bola rasteira, dentro da área, para defesa do goleiro Lampe.
14 minutos: em cobrança de falta, R. Augusto cabeceia, sozinho, pra fora.
25 minutos: depois de uma grande jogada do Giuliano, o meio-campo do Brasil passa a bola para P. Coutinho fazer o gol. 2 a 0, Brasil.
38 minutos: Neymar dá assistência para Filipe Luís bater seco, rasteiro, para fazer o terceiro gol. 3 a 0, Brasil.
43 minutos: Neymar dá mais uma assistência, dessa vez para Gabriel Jesus, que deu uma cavadinha para marcar o quarto gol. 4 a 0, Brasil.
Segundo tempo
7 minutos: Neymar dribla dois, finaliza e o goleiro Lampe deu rebote, nos pés de Giuliano, que desperdiça grande chance.
13 minutos: Neymar cruza na cabeça de G. Jesus, que cabeceia para a defesa do goleiro boliviano.
15 minutos: Neymar acelera até a pequena área, fica sem ângulo e chuta em cima do goleiro Lampe.
29 minutos: P. Coutinho cobra escanteio na cabeça de Roberto "Vai, Safadão" Firmino, e ele fez mais um. 5 a 0, Brasil.
45 minutos: Lucas Limas arrisca, de longe, e o goleiro Lampe fez a defesa em dois tempos.
14 minutos: em cobrança de falta, R. Augusto cabeceia, sozinho, pra fora.
25 minutos: depois de uma grande jogada do Giuliano, o meio-campo do Brasil passa a bola para P. Coutinho fazer o gol. 2 a 0, Brasil.
38 minutos: Neymar dá assistência para Filipe Luís bater seco, rasteiro, para fazer o terceiro gol. 3 a 0, Brasil.
43 minutos: Neymar dá mais uma assistência, dessa vez para Gabriel Jesus, que deu uma cavadinha para marcar o quarto gol. 4 a 0, Brasil.
Segundo tempo
7 minutos: Neymar dribla dois, finaliza e o goleiro Lampe deu rebote, nos pés de Giuliano, que desperdiça grande chance.
13 minutos: Neymar cruza na cabeça de G. Jesus, que cabeceia para a defesa do goleiro boliviano.
15 minutos: Neymar acelera até a pequena área, fica sem ângulo e chuta em cima do goleiro Lampe.
29 minutos: P. Coutinho cobra escanteio na cabeça de Roberto "Vai, Safadão" Firmino, e ele fez mais um. 5 a 0, Brasil.
45 minutos: Lucas Limas arrisca, de longe, e o goleiro Lampe fez a defesa em dois tempos.
NA TÁTICA
No primeiro tempo, o Brasil com alguns desfalques, veio em um 4-4-2 - no papel - na prática, um 4-3-3, com Neymar, P. Coutinho e G. Jesus no ataque; e, olha, deu certo! Com um meio campo sólido, uma linha de passe criativa e um ataque muito veloz, o Brasil não deu chance para a Bolívia, que não assustou no primeiro tempo. Quem apareceu e muito bem foi o Neymar que fez gol e participou de outros dois de forma decisiva; o camisa 10 fez jus a sua camisa e apareceu para dar assistências, para marcar - roubando até bola para gol -, e sempre ofensivo.
A Bolívia, por sua vez, veio com um 4-4-2 clássico e apostou numa marcação adiantada, pressionando o Brasil, o que não deu muito certo porque o time não estava preparado para os contra-ataques fulminantes do Brasil, numa noite inspirada de Neymar. Assim, de maneira tranquila e bem convincente, o Brasil aplicou um 4 a 0, no primeiro tempo. O Brasil conseguiu 71% de posse de bola, sem nenhuma finalização ao gol da Bolívia.
No segundo tempo, com o jogo decidido, o Brasil não abdicou do ataque, mas o fez de maneira mais contida, principalmente depois da saída de Neymar.
A Bolívia voltou para o segundo tempo com um propósito: não tomar mais gol. Com duas linhas de quatro bem próximas, e apenas Marcelo Moreno lá na frente, isolado. A barreira defensiva, a partir do meio do segundo tempo, não adiantou muito.
O Brasil não deixou, assim como no primeiro tempo, a Bolívia jogar futebol. E, depois das alterações; Willian no lugar de Neymar, Firmino no lugar de G. Jesus e Lucas Lima no lugar de Giuliano; o Brasil voltou a levar perigo e atacar com mais constância, conseguindo o seu quinto e último gol, de bola parada, escanteio. Depois do quinto gol, a Bolívia se retraiu ainda mais, a zaga bateu cabeça em alguns lances, mas o placar não se alterou.
Um Brasil organizado, uma Bolívia que sucumbiu ao jogo.
A Bolívia, por sua vez, veio com um 4-4-2 clássico e apostou numa marcação adiantada, pressionando o Brasil, o que não deu muito certo porque o time não estava preparado para os contra-ataques fulminantes do Brasil, numa noite inspirada de Neymar. Assim, de maneira tranquila e bem convincente, o Brasil aplicou um 4 a 0, no primeiro tempo. O Brasil conseguiu 71% de posse de bola, sem nenhuma finalização ao gol da Bolívia.
No segundo tempo, com o jogo decidido, o Brasil não abdicou do ataque, mas o fez de maneira mais contida, principalmente depois da saída de Neymar.
A Bolívia voltou para o segundo tempo com um propósito: não tomar mais gol. Com duas linhas de quatro bem próximas, e apenas Marcelo Moreno lá na frente, isolado. A barreira defensiva, a partir do meio do segundo tempo, não adiantou muito.
O Brasil não deixou, assim como no primeiro tempo, a Bolívia jogar futebol. E, depois das alterações; Willian no lugar de Neymar, Firmino no lugar de G. Jesus e Lucas Lima no lugar de Giuliano; o Brasil voltou a levar perigo e atacar com mais constância, conseguindo o seu quinto e último gol, de bola parada, escanteio. Depois do quinto gol, a Bolívia se retraiu ainda mais, a zaga bateu cabeça em alguns lances, mas o placar não se alterou.
Um Brasil organizado, uma Bolívia que sucumbiu ao jogo.
DESTAQUES
Sem dúvidas, o grande destaque foi o Neymar, que nem precisou jogar a partida inteira - saiu depois de receber uma cotovelada no rosto -, para decidir a partida para o Brasil. O camisa 10 da seleção brasileira fez um gol, deu duas assistências, e apareceu em todos os setores do campo. Uma das melhores partidas de Neymar com a amarelinha.
Menção honrosa para Tite, que fez do Brasil uma equipe, e muito organizada, diga-se.
Depois de mais um grande resultado, três pontos devem ser levados em consideração: Tite montou uma equipe organizada e coesa; o Brasil voltou a mostrar um bonito futebol e o time está mais leve, dentro e fora de campo.
Apesar de a Bolívia não ser do alto escalão do futebol, vinha de bons resultados e prometia marcar bem o Brasil; mas não contava com uma equipe bem organizada taticamente, e com uma noite inspirada de Neymar. A seleção brasileira não tomou conhecimento dos bolivianos, 5 a 0, fora o baile. Não podemos dizer que retomamos o protagonismo do futebol mundial, mas - a partir do Tite - o Brasil voltou a jogar como sabe: pra frente.
A vitória de cinco a zero sobre a Bolívia fechou o turno da Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. O Brasil encerrou o turno com 18 pontos, na vice-liderança; e começa o returno na próxima terça-feira, contra a Venezuela; podendo, então, ser o líder das Eliminatórias Sula-Americana, dependendo dos resultados.
Menção honrosa para Tite, que fez do Brasil uma equipe, e muito organizada, diga-se.
Depois de mais um grande resultado, três pontos devem ser levados em consideração: Tite montou uma equipe organizada e coesa; o Brasil voltou a mostrar um bonito futebol e o time está mais leve, dentro e fora de campo.
Apesar de a Bolívia não ser do alto escalão do futebol, vinha de bons resultados e prometia marcar bem o Brasil; mas não contava com uma equipe bem organizada taticamente, e com uma noite inspirada de Neymar. A seleção brasileira não tomou conhecimento dos bolivianos, 5 a 0, fora o baile. Não podemos dizer que retomamos o protagonismo do futebol mundial, mas - a partir do Tite - o Brasil voltou a jogar como sabe: pra frente.
A vitória de cinco a zero sobre a Bolívia fechou o turno da Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. O Brasil encerrou o turno com 18 pontos, na vice-liderança; e começa o returno na próxima terça-feira, contra a Venezuela; podendo, então, ser o líder das Eliminatórias Sula-Americana, dependendo dos resultados.

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