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| Foto: Marcos Ribolli - GloboEsporte.com |
RESUMO
Um primeiro tempo muito abaixo do esperado. O São Paulo dominou todas as ações, finalizou muito mais. Na chance mais clara do The Strongest, mandou uma bola na trave, logo no início. Já o São Paulo teve uma chance dos céus quando o goleiro Vaca falhou e a bola sobrou para Centurión,
sozinho, chutar com o goleiro fora do gol, mas o argentino se atrapalhou sozinho e perdeu a grande
chance.
O São Paulo começou o segundo tempo com outra formação e as mesmas jogadas. Melhor pro Strongest que, aos dezesseis, numa enfiada de bola vertical, Chumacero assistiu o Alonso que teve só o trabalho de empurrar pro fundo das redes. Aos quarenta, Bruno deu lindo passe pra Kieza que perdeu um gol incrível. Foi displicente na finalização. Apesar dos cinco minutos de acréscimo, nada mais importante aconteceu.
O The Strongest conseguiu uma vitória importantíssima.
Um primeiro tempo muito abaixo do esperado. O São Paulo dominou todas as ações, finalizou muito mais. Na chance mais clara do The Strongest, mandou uma bola na trave, logo no início. Já o São Paulo teve uma chance dos céus quando o goleiro Vaca falhou e a bola sobrou para Centurión,
sozinho, chutar com o goleiro fora do gol, mas o argentino se atrapalhou sozinho e perdeu a grande
chance.
O São Paulo começou o segundo tempo com outra formação e as mesmas jogadas. Melhor pro Strongest que, aos dezesseis, numa enfiada de bola vertical, Chumacero assistiu o Alonso que teve só o trabalho de empurrar pro fundo das redes. Aos quarenta, Bruno deu lindo passe pra Kieza que perdeu um gol incrível. Foi displicente na finalização. Apesar dos cinco minutos de acréscimo, nada mais importante aconteceu.
O The Strongest conseguiu uma vitória importantíssima.
NA TÁTICA
O São Paulo fez um primeiro tempo com a cara do Tricolor em 2016: muita posse de bola, muitos cruzamentos e finalizações sem muita efetividade. O SP joga num 4-5-1 onde há um tridente antes do centroavante, que é formado por Michel Bastos pela esquerda; Centurión pela direita e Ganso no meio. Tanto Michel quanto Centurión abusaram de cruzar bolas para Kardec, cruzamentos sem muito perigo, não foram incisivos, verticais. Já o Ganso buscou jogadas verticais, poucas, mas foram mais perigosas. Já o Kardec, ficou muito isolado, é preciso uma aproximação dos meias.
O Strongest fez, no primeiro tempo, aquilo que seu esquema 3-5-2 propõe: defesa fixa, meio de campo povoado e tentando um contra-ataque salvador. E, logo no início, quase faz um gol num desses contra-ataques, mandou uma bola na trave de Dênis. No mais, se fechou na intermediária.
No segundo tempo, o Bauza trocou um volante por um atacante - Hudson por Calleri - Saindo do 4-5-1 para o 4-4-2, assim o Thiago Mendes ficou fixo na marcação. Depois tirou Centurión e Kardec para a entrada de Rogério e Kieza, respectivamente. Bauza esboçou um 4-3-3 que não funcionou na prática. Ao Tricolor não falta vontade. O que falta é futebol, jogo coletivo e algumas boas jogadas individuais.
O The Strongest voltou para o segundo tempo com um jogo muito mais ofensivo, não à toa fez o gol. Foram duas finalizações no primeiro tempo e oito no segundo. Com a entrada de Bejanero, lateral de origem, Chumacero voltou a sua posição de origem, meio-campista. E foi ele o diferencial no time boliviano. No lance do gol, recebeu bola enfiada na área e não foi fominha, passou para Alonso marcar. Durante o tempo que esteve no meio, qualificou o passe do Strongest.
DESTAQUES
Num jogo tão tático, poucos brilham. O único que vale ser citado é Chumacero, jogou o primeiro tempo de lateral e o segundo de meio-campo. Fez a diferença e deu a assistência para o gol de Alonso. E Chumacero é àquele mesmo que jogou no Sport e não emplacou. Parece que a altitude boliviana faz bem a ele.
Num jogo tão tático, poucos brilham. O único que vale ser citado é Chumacero, jogou o primeiro tempo de lateral e o segundo de meio-campo. Fez a diferença e deu a assistência para o gol de Alonso. E Chumacero é àquele mesmo que jogou no Sport e não emplacou. Parece que a altitude boliviana faz bem a ele.
POLÊMICA
A torcida - organizada, diga-se - não perdoo a fraca atuação do São Paulo, foram vaias, xingamentos e cânticos de desaprovação até às mudanças de Edgardo Bauza. Houveram, também, vítimas de xingamentos individuais, foram os casos de Lucão - que falhou feio, no clássico contra o Corinthians -, e Michel Bastos que teve fraca atuação. Mas nada justifica tais atos.
A torcida - organizada, diga-se - não perdoo a fraca atuação do São Paulo, foram vaias, xingamentos e cânticos de desaprovação até às mudanças de Edgardo Bauza. Houveram, também, vítimas de xingamentos individuais, foram os casos de Lucão - que falhou feio, no clássico contra o Corinthians -, e Michel Bastos que teve fraca atuação. Mas nada justifica tais atos.
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| Foto: Marcos Ribolli - GloboEsporte.com |
O The Strongest voltou a ganhar, fora de casa, na Libertadores, depois de 35 anos, a última vitória tinha sido em 1981. O time boliviano é fraco tecnicamente, mas muito obediente taticamente. Fez, no Pacaembu, aquilo que se propôs: marcar muito, fazer cera e tentar sair daqui com o melhor resultado possível. Mas nem eles esperavam uma vitória, sonhavam com um empate. Saem daqui satisfeitos demais, já que lá, na altitude, é quase impossível vencê-los.
Para o São Paulo o resultado foi terrível. Tinha a obrigação de vencer, mas as ideias do Bauza não se concretizaram. Agora tem que, pelo menos, vencer uma fora de casa, contando com mais duas vitórias em São Paulo. O Tricolor tem muita posse de bola, e só. É preciso jogar, trocar bons passes e finalizar certo.
Para o São Paulo o resultado foi terrível. Tinha a obrigação de vencer, mas as ideias do Bauza não se concretizaram. Agora tem que, pelo menos, vencer uma fora de casa, contando com mais duas vitórias em São Paulo. O Tricolor tem muita posse de bola, e só. É preciso jogar, trocar bons passes e finalizar certo.


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