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| Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia |
RESUMO
Primeiro tempo
4 minutos: Everton chega pela esquerda e manda chute cruzado. Bola sai torta e vai para fora.
5 minutos: Juliano divide na área e puxa Thiago Ribeiro, do Bahia. Pênalti!
8 minutos: Thiago Ribeiro cobra bola rasteira e Berna pula nela. Defesa sensacional e providencial!
11 minutos: Daniel Sobralense recebe bola cruzada e chuta de primeira. A bola vai na trave. Na sobra, a zaga tira.
15 minutos: Anselmo sai na cara de Marcelo Lomba e chuta forte. O goleiro espalma. Na sobra, Juninho completa para o gol e a zaga consegue tirar.
19 minutos: Juninho recebe cruzamento perfeito, cabeceia bem, tirando do goleiro, mas a bola sai por pouco.
35 minutos: No contra-ataque a bola chega a Anselmo que tinha boa chance, mas finalizou muito mal. Isolou!
Segundo tempo
4 minutos: Daniel Sobralense toca para Pio, que entra na área e chuta cruzado. A bola vai na trave de novo.
5 minutos: Thiago Ribeiro arrisca de longe e manda nas mãos do goleiro Ricardo Berna.
19 minutos: Em boa troca de passes, Daniel Sobralense cruza a bola para Eduardo empurrar pro fundo do gol. 1 a 0, Fortaleza.
31 minutos: Juninho recebe bola pela esquerda e manda chutaço. Bola raspa a trave.
33 minutos: Defesa leonina se atrapalha e o atacante baiano Edigar perde gol certo.
39 minutos: Em boa jogada de Thiago Ribeiro ele rola a bola de dentro para fora da área, Juninho acerta um belo chute, na gaveta. Empate do Bahia, 1 a 1.
45 minutos: Leão do Pici de novo no ataque. Eduardo recebe e toca para o gol. Bola passa raspando a trave.
49 minutos: Eduardo cabeceia bola na trave pela terceira vez seguida, e desperdiça a última chance do Fortaleza.
NA TÁTICA
No primeiro tempo, o Bahia, que tinha vantagem, começou melhor, pressionando através dos seus três atacantes. Um deles, Thiago Ribeiro – aquele mesmo de Cruzeiro, Santos e outros grandes, aos cinco do primeiro tempo, sofreu um pênalti. Ele mesmo bateu para a defesa de Ricardo Berna.
Depois do pênalti, o Fortaleza acordou. Marquinhos Santos começou o jogo com o clássico 4-4-2, até por conta dos desfalques. Mas após a defesa de Berna, o Tricolor de Aço foi para cima do Bahia, Juninho e Anselmo tiveram boas chances, chances claras, até, mas acabaram desperdiçando. O Leão teve suas melhores jogadas passando pelos pés de Éverton e Max Oliveira. O Tricolor baiano, por sua vez, era agudo com Thiago Ribeiro e Luisinho.
Aos vinte e seis minutos o Bahia ficou com um jogador a menos depois da expulsão do meio-campista Paulo Roberto. Depois da expulsão só deu Fortaleza, chegava com facilidade ao ataque, mas com mesma facilidade perdia os gols... Assim, foram para o intervalo como começaram, no zero a zero. Bom para o Bahia!
No segundo tempo, o Bahia equilibra o time tirando o atacante Luisinho e colocando o lateral Moisés, Doriva queria ter mais a bola e conter os ataques do Fortaleza que, por sua vez, fez substituição inversa: trocou o lateral Max Oliveira pelo atacante Eduardo. A segunda etapa deixou as ações equilibradas, e o Bahia parou de sofrer tanta pressão. O Leão também deixou de descer para o ataque apenas pela esquerda, o time de Marquinhos Santos foi mais vertical.
Quando o time do Pici colocou a bola no chão, acertando os passes, chegou a seu primeiro gol, em bom cruzamento de Daniel Sobralense, Eduardo – para brilhar a estrela do treinador do Fortaleza – empurrou para o fundo das redes.
Depois do gol, o Bahia temeu levar o segundo, ficou querendo apenas os contra-ataques, em um deles, Thiago Ribeiro segura a bola até a chegada de Juninho, que bate forte, no ângulo, sem chances para Ricardo Berna – mais uma vez a falta de contensão do Fortaleza deixou o Bahia finalizar sem grandes interferências – e repete o erro.
DESTAQUES
No Fortaleza, Ricardo Berna – recuperando-se da falha do jogo anterior – defendeu um pênalti que deu chances ao Fortaleza até o minuto final.
Pelo Bahia, Thiago Ribeiro, acostumado com grandes decisões, foi o principal jogador baiano durante todo o jogo. E fez a jogada do gol que assegurou a classificação.
O Fortaleza foi melhor o jogo inteiro, trocou mais passes, finalizou mais e jogou um bom tempo com um atleta a mais, e mesmo assim não conseguiu fazer o placar que era necessário. Hoje, o ataque do Tricolor cearense, lembrou a fase que derrubou o Flávio Araújo, errando demais. E esse erros fizeram com que o Leão fosse eliminado.
Finalização. É o que é preciso ser trabalhado urgente no Fortaleza. Falta capricho e cuidado.

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