![]() |
| Imagem da Internet |
No próximo domingo, a partir das 10h, Rio de Janeiro e
Praia Clube decidem a Superliga feminina de vôlei temporada 2015/16, em partida
única, em Brasília, no ginásio Nilson Nelson. De um lado, o veterano Rio de
Janeiro, que chega pela 12ª vez na final da principal competição do país, com
dez títulos. Do outro, Praia Clube, o estreante em finais de Superliga, tem que
tentar quebrar um tabu para levantar a taça: o de nunca ter vencido o Rio.
O VETERANO
O Rio de Janeiro, comandado pelo técnico Bernardinho, disputará a sua 12ª final de Superliga, e já conquistou dez taças. A equipe Carioca vem de mais uma temporada arrasadora, tendo conquistados os títulos da Copa do Brasil e do Campeonato Sul-Americano. Na Superliga, fez – até aqui – a melhor campanha da competição. Na semifinal, em três jogos, venceu o seu maior rival, a equipe de Osasco, único time a conseguir tirar um título da equipe de Bernardinho.
O Rio de Janeiro, comandado pelo técnico Bernardinho, disputará a sua 12ª final de Superliga, e já conquistou dez taças. A equipe Carioca vem de mais uma temporada arrasadora, tendo conquistados os títulos da Copa do Brasil e do Campeonato Sul-Americano. Na Superliga, fez – até aqui – a melhor campanha da competição. Na semifinal, em três jogos, venceu o seu maior rival, a equipe de Osasco, único time a conseguir tirar um título da equipe de Bernardinho.
Para a final, o RJ conta com duas “armas” poderosas para
vencer o time mineiro: Gabi e Natália, as duas ponteiras que fazem a bola cair
e o time girar em quadra. Juntas são duas peças-chaves em busca do décimo
primeiro titulo nacional; não por acaso serem fundamentais também na Seleção
Brasileira que buscará o tricampeonato nas Olimpíadas, em agosto, no Rio de
janeiro. Não se pode esquecer que, comandando a belíssima equipe carioca, está
o técnico mais vencedor da história do vôlei nacional e um dos maiores
treinadores do mundo: Bernardo Rezende, o Bernardinho, que não por acaso levou
o time do Rio ao ápice do vôlei nacional e internacional.
![]() |
| Imagem da Internet |
O ESTREANTE
O Praia Clube, que tem no comando o técnico Ricardo Picinin, é o estreante da grande final. O time de Uberlândia, no triângulo mineiro, não chegou na final da Superliga com a segunda melhor campanha da competição, e desde o início da temporada vem surpreendendo a todos, principalmente os adversários. Na semifinal, em três jogos, despachou o Minas – equipe que venceu sete das oito vezes que o enfrentou na temporada – e se consolidou entre os grandes do vôlei feminino.
O Praia Clube, que tem no comando o técnico Ricardo Picinin, é o estreante da grande final. O time de Uberlândia, no triângulo mineiro, não chegou na final da Superliga com a segunda melhor campanha da competição, e desde o início da temporada vem surpreendendo a todos, principalmente os adversários. Na semifinal, em três jogos, despachou o Minas – equipe que venceu sete das oito vezes que o enfrentou na temporada – e se consolidou entre os grandes do vôlei feminino.
No momento mais importante da história do clube, a final
da Superliga, o Praia Clube enfrenta o time que já o tirou um título no ano – a
Copa do Brasil – vencida pelo Rio nesta temporada. Outro tabu que tem que ser
quebrado é a invencibilidade do Rio de Janeiro sobre o Praia – nunca venceu a
equipe de Bernardinho, este ano foram cinco jogos. Para por fim ao tabu e
levantar a taça tão desejada, o Praia conta com uma equipe firme, sobretudo no
fundo-quadra, e conta também com jogadoras experientes de grande categoria como
Walewska, ex-seleção brasileira.


Nenhum comentário:
Postar um comentário